Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf <p align="justify">Veículo digital para o registro e o intercâmbio de pesquisas, reflexões e experiências acerca da educação, de uma forma ampla, contribuindo para o avanço e o aprimoramento dos processos de ensino-aprendizagem.</p> <p align="justify">A Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco é um periódico quadrimestral, versão eletrônica, vinculada a Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). Publica artigos inéditos oriundos de pesquisas científicas, de revisões sistemáticas, de estudos teóricos e de relatos de experiências, além de entrevistas e resenhas de livros. O objetivo principal é divulgar pesquisas e estudos vinculados ao campo da educação, em perspectiva interdisciplinar.</p> <p align="justify">A REVASF é uma revista aberta e gratuíta. A REVASF f<span style="font-size: 14px;">ornece informações sobre as condições de uso e reutilização dos conteúdos.</span></p> <p align="justify">A REVASF adota sistema <em>full time</em> para publicação. Isto significa dizer que o autor não precisa aguardar todos os artigos da edição ficarem prontos para a efetiva publicação, dando mais agilidade as publicações, além de intensificar os acessos a revista. A Revasf incorpora ainda o modelo <em>Ahead of print</em>, que é a publicação antecipada dos artigos aprovados pela Comissão Editorial (com revisões parciais), contribuindo mais rapidamente para a difusão das pesquisas.</p> <p align="justify">A partir da próxima edição "setembro-dezembro /2019" estaremos seguido, rigorosamente, o limite de 20% para a taxa de endogenia por edição (autores oriundos da Revasf). Caso haja excedente, os autores oriundos da Univasf com artigos aceitos serão escalonados para futuras edições. Esta medida visa adequação da política editorial aos padrões de avaliações (ver também em "Notícias").</p> <p align="justify">A partir da próxima edição "setembro-dezembro /2019" estaremos trocando nossas fontes de "time new roman para arial" (ver também em "Notícias").</p> <p align="justify">Revasf fortalece política de internacionalização (ver em "Notícias").</p> <p><strong>CASDASTRO DE USUÁRIO COMO AVALIADOR DE MANUSCRITOS DA REVASF:</strong></p> <p>Só é permitido o cadastro de usuários como AVALIADOR na condição de DOUTOR. Os demais cadastros (leitor e autor) não existem retrições em termos de titulação.</p> <p>Obs. Excepcionalmente, os editores da Revasf poderão cadastrar usuários como avaliadores sem a titulação de doutorado (isso para atender especificifdades da área de avaliação).</p> <p><strong>QUALIS/CAPES (2013 - 2016):</strong></p> <p>– Área de Ensino: B1</p> <p>- Área de Educação: B3</p> <p>– Área Interdisciplinar: B4</p> <p>- Área de Medicina Veterinearia: B5</p> <p>- Área de Ciências Agrárias I - B5</p> <p>– Área de Psicologia: B4</p> <p>– Área Interdisciplinar: B4</p> <p>– Árera de Administração Pública e de Empresas, Ciências Contábeis e Turismo: B4</p> <p>– Área de Materiais: B5</p> <p><strong>POSSÍVEL AVALIAÇÃO DO NOVO QUALIS/CAPES: B2</strong></p> <p> </p> <p><strong>INDEXAÇÕES, PORTAIS E BASES DE DADOS</strong></p> <p>A REVASF faz parte do Periódicos Capes, no Portal SEER, Diadorim, Google Scholar, LivRe, OASISBR, Latindex, Portal openAIRE, Apache Open Archives, OAJI Open Academic Journals Index, Ibict OASISBR no Diretório de Periódicos Nacionais de Educação, REDIB e integrada a LatinRev.</p> <p align="justify"> </p> Universidade Federal do Vale do São Francisco-UNIVASF pt-BR Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco 2177-8183 <p>&nbsp;</p> <p>• O(s) autor(es) autoriza(m) a publicação do artigo na revista.<br>• O(s) autor(es) garante(m) que a contribuição é original e inédita e que não está em processo de avaliação em outra(s) revista(s).<br>• A revista não se responsabiliza pelas opiniões, ideias e conceitos emitidos nos textos, por serem de inteira responsabilidade de seu(s) autor(es).<br>• É reservado aos editores o direito de proceder ajustes textuais e de adequação do artigos às normas da publicação.</p> <p>• Os Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:<br><br></p> <ol> <li class="show">Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a title="Creative Commons" href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/">Creative Commons Attribution License</a>, permitindo o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista.</li> <li class="show">Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</li> <li class="show">Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal), já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.</li> </ol> PERCEPÇÕES DE LICENCIANDOS EM MATEMÁTICA ACERCA DAS METODOLOGIAS DE ENSINO https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1569 <div class="page" title="Page 1"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>Um dos nu?cleos do Programa Institucional de Bolsas em Iniciac?a?o a? Doce?ncia (Pibid) vinculado a? Universidade Federal de Sergipe e? formado por licenciandos em Matema?tica no Campus Sa?o Cristo?va?o. Em uma de suas atividades, realizamos uma oficina intitulada “Da construc?a?o a? aplicac?a?o: uma proposta para o estudo de a?rea”, na qual, buscamos articular diferentes metodologias de ensino da matema?tica apresentando potencialidades de um u?nico material dida?tico na</p> <div class="page" title="Page 2"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>abordagem de diferentes objetos de conhecimento. Neste artigo, objetivamos identificar as percepc?o?es de bolsistas pibidianos acerca da vive?ncia nessa pra?tica e as possi?veis implicac?o?es desta vive?ncia na formac?a?o desses futuros docentes. A ana?lise dos resultados, nos permitiu apontar duas categorias: mobilizac?a?o de bolsistas pibidianos para a doce?ncia e as potencialidades das metodologias de ensino da matema?tica. Inicialmente, apresentamos um debate sobre a formac?a?o de professores e metodologias de ensino. Em seguida, as percepc?o?es dos licenciandos a respeito de sua participac?a?o na Oficina. Tais resultados reforc?am as importantes contribuic?o?es dos programas de formac?a?o docente, como o Pibid, sendo um espac?o de aprendizagens e construc?a?o de novos saberes docentes.</p> </div> </div> </div> </div> </div> </div> Narinha Mylena Rocha da Silva Maria Cristina Rosa Kalyne Teresa Machado Nailys Melo Sena Santos Denize da Silva Souza Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 Apresentação do dossiê https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1568 <div> <p class="Default">A formação de professores que ensinam matemática sempre foi permeada de desafios no preparo desses profissionais quanto aos métodos e técnicas de ensino que melhor se adequem às demandas educacionais, a cada época. Essas demandas resultam em reformas curriculares refletindo tendências de ensino que, por sua vez, evocam mudanças na prática docente (...)</p> </div> Denize da silva Souza José Elyton Batista dos Santos Maria Cristina Rosa Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 A MATEMÁTICA NO COMBATE A EPIDEMIA https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1561 <p>Neste artigo discutimos pedagogicamente a importância dos modelos epidemiológicos para se estudar a proliferação do Coronavírus (SARS-CoV-2), aplicando os Modelos Determinísticos SIRD, SEIRD e SIQR para analisar a proliferação da COVID-19 nas cidades de Juazeiro-BA e Petrolina-PE, que apesar da proximidade geográfica recebem informações separadas dos diferentes estados. Com esses modelos obtemos o Número Básico de Reprodução, o período de duplicação do número de casos e uma estimativa para o número de infectados assintomáticos. Além disso, utilizamos regressões não lineares para estimar o número acumulado de casos confirmados e óbitos da próxima semana, além de prever o período de inflexão do número de casos na região. Tais análises foram realizadas pelo Grupo de Modelos Matemáticos para COVID-19 do Vale do São Francisco (GMC-VASF) e divulgadas em boletins semanais.</p> Sergio Floquet Télio Nobre Leite Rômulo Calado Pantaleão Câmara Alison Marcelo Van Der Laan Melo Paulo Gustavo Serafim de Carvalho Paulo José Pereira Thiago Magalhães Amaral João Pedro da Silva Neto Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 PERCURSO DE ESTUDO E PESQUISA COMO METODOLOGIA DE PESQUISA E DE FORMAÇÃO https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1538 <p>Este artigo de cunho teórico, tem o propósito de tecer reflexões, de forma sucinta, sobre uma parte da contribuição teórica da Didática da Matemática para a compreensão dos processos de ensino e de aprendizagem de conceitos matemáticos. Focaremos, mais especificamente, o estudo de Percurso de Estudo e Pesquisa (PEP) e Percurso de Estudo e Pesquisa para a Formação de Professores (PEP-FP), desenvolvidos como metodologias no seio da Teoria Antropológica do Didático. Nossos apontamentos e reflexões têm como pano de fundo teórico essa teoria, mais especificamente os construtos de organizações praxeológicas (matemática e didática), de sistema didático, as dimensões de um problema didático etc. O estudo mostra que o PEP e PEP-FP, como referência metodológica de pesquisa e formação de professores articulado à TAD, configuram-se como um dispositivo teórico-metodológico que permite o questionamento do mundo, mais especificamente, do mundo da matemática escolar.</p> Saddo Ag Almouloud José Messildo Viana Nunes José Carlos De Souza Pereira Teodora Pinheiro Figueroa Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 ENSINO DE MATEMÁTICA PARA CRIANÇAS https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1533 <p>O presente estudo apresenta uma discussão teórica analítica acerca do ensino de matemática para crianças a partir dos contributos da área de conhecimento da Pedagogia. Neste sentido, o estudo tem como objetivo evidenciar a importância da indissociabilidade entre os conhecimentos específicos (matemática) e os conhecimentos pedagógicos para a constituição da profissionalidade docente. Metodologicamente o estudo adota os moldes da pesquisa teórico bibliográfica de cunho qualitativo. Do estudo empreendido é possível concluir que o fim da educação (aprendizagem) só se concretiza quando a profissionalidade docente tem como base constitutiva a interrelação entre a apropriação da especificidade da área de conhecimento a ser ensinada (saber matemática) e a apropriação da área de conhecimento advinda do campo pedagógico (saber “ensinar” matemática).</p> Vanessa Campos de Lara Jakimiu Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1499 <p>Este artigo se desenvolve a partir de discussões travadas em um programa de pós-graduação, e apresenta experiências desenvolvidas no ensino de Matemática pelas/o pesquisadoras/o em atuação na Educação Básica. Tece uma costura entre a análise bibliográfica dos textos discutidos na disciplina e os relatos de experiências das/o autoras/or. Trata de particularidades que abarcam o ensino da Matemática nos Anos Iniciais da Educação Básica, incluindo a docência multidisciplinar que se firma nesta etapa; do protagonismo da/o estudante no processo de ensino-aprendizagem; e de como (re)configurações curriculares e modulares na docência podem ser eficientes para o desenvolvimento da/o estudante. Tem por objetivo refletir sobre como minorar a influência de aspectos externos, que fogem à alçada da docência, no ensino da Matemática, direcionando o foco da/o professora/or para a/o estudante, suas demandas, realidades, seus saberes prévios e expectativas.</p> Maria Alice Garcia de Mattos Mônica Regina Lins Ferreira Rute Lemos Nogueira Leal Anna Paula Meirelles Francisco Leonardo Fernandes do Rego Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 ETNOMATEMÁTICA E PEDAGOGIA DECOLONIAL NA LICENCIATURA EM MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA COM ESTUDANTES LGBTQI+ https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1498 <p>Neste artigo discutimos os dados de uma pesquisa que tem como objetivo identificar as contribuições para a formação inicial de professores de matemática do estágio em um projeto que oferece aulas de matemática para um grupo formado por estudantes que pertencem ao grupo LGBTQI+ (gays, lésbicas, bissexuais, &nbsp;transgêneros, queers, intersexuais e outras orientações que se diferenciam da heteronormatividade), grupo reconhecidamente subalternizado da sociedade brasileira. Trata-se de uma pesquisa qualitativa em educação com características de um estudo de caso em que duas estudantes de Licenciatura em Matemática foram entrevistadas e tiveram suas atuações acompanhadas durante dois anos. A análise de dados, fundamentada principalmente nos princípios da Etnomatemática, da Pedagogia Decolonial, permitiu concluir que, entre as práticas que mais impactaram suas crenças e concepções relacionadas ao ensino de Matemática, destacam-se aquelas que salientam aspectos do respeito à diversidade cultural nas aulas. Constatamos também que a participação no projeto contribuiu, ainda, para que as licenciandas compreendessem que a contextualização e a flexibilização dos temas são ações fundamentais para que a Matemática, nas aulas, esteja a serviço da conscientização e da reflexão sobre as desigualdades sociais brasileiras.</p> Gabriela Barbosa VICTOR GIRALDO Cleber Dias da Costa Neto Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 CAMINHOS E PERSPECTIVAS DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA: https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1496 <p>De um modo geral, os programas de formação continuada das redes públicas no Brasil se limitam às chamadas “semanas pedagógicas”, que antecedem o início das aulas e são caracterizadas por cursos de baixa carga horária e com conteúdos que comumentemente não atendem as demandas de quem está na sala de aula. Assim, com este texto temos o objetivo de relatar e problematizar uma experiência de formação continuada para professores de matemática, realizada no contexto do Programa de Desenvolvimento Educacional – PDE, criado pela Secretaria de Estado da Educação do Paraná – SEED/PR. Para tanto, apresentamos os caminhos e perspectivas metodológicas que utilizamos nesta experiência como, por exemplo, a docência compartilhada, as rodas de conversa, as aulas de campo, a tertúlia dialógica e a autoavaliação coletiva. Os resultados deste processo formativo aparecem por meio das “vozes” de alguns participantes e que representam as percepções individuais e coletivas dos envolvidos na ação pedagógica do PDE-Matemática. Do nosso ponto de vista, entendemos que o processo desenvolvido cumpriu com nosso objetivo de retirar da “zona de conforto” educadoras e educadores com larga experiência em sala de aula, apontando possibilidades outras de atuação para quando retornarem às suas realidades. Ao mesmo tempo destacamos a importância e o potencial de políticas públicas como o PDE, que possibilita experiências formativas consistentes, diferenciadas e que certamente impactam positivamente qualificando ainda mais as práticas de sala de aula.</p> Ehrick Eduardo Martins Melzer Marcos Aurélio Zanlorenzi Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 DIFUNDINDO AS POTENCIALIDADES DOS INFOGRÁFICOS PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA A PARTIR DE UM CURSO ONLINE DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1495 <p>As tecnologias estão presentes em nosso dia a dia e vem impactando os mais diversos setores da sociedade, desde as relações sociais ao mundo do trabalho e estendendo-se até o campo educacional, requerendo das instituições e professores um constante processo de reformulação de sua práxis. Neste sentido, este trabalho apresenta um relato de experiência a partir de um curso online de formação de professores de matemática, tendo como recorte o módulo direcionado para a produção de infográficos. Baseado na metodologia <em>Design Based Research </em>planejou-se e implementou-se um curso online que visava propiciar aos professores a fluência tecnológica-pedagógica para o uso das tecnologias. O público-alvo consistiu de 113 participantes entre professores vinculados à Educação Profissional e em formação inicial. Como instrumento de coleta de dados utilizou-se as atividades de estudo propostas no Moodle. No módulo Infográficos, os professores foram inicialmente questionados se utilizavam infográficos em suas aulas, sendo que a maioria dos participantes não o fazia. Assim, foi apresentado os conceitos da infografia, exemplos de alguns recursos tecnológicos para a construção de infográficos e após proposto uma atividade, do tipo fórum, em que os deviam compartilhar sua produção e apontar melhorias e fragilidades dos trabalhos de seus pares. A atividade proporcionou um espaço de partilha e aprendizagem, engajando os sujeitos na construção e melhoria dos materiais produzidos. Com base nos dados, podemos inferir que esse recurso tecnológico despertou o interesse dos participantes que viram na infografia um instrumento para mediação pedagógica.</p> Patrícia Zanon Peripolli Cláudia Smaniotto Barin Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 O DESAFIO DE ENSINAR MATEMÁTICA https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1491 <p>Este artigo apresenta reflexões acerca de conhecimentos<br>matemáticos presentes na formação inicial do pedagogo e sua relação<br>com a constituição da prática de ensino de matemática. Por meio de<br>uma abordagem qualitativa, utilizamos o método estudo de caso,<br>aplicando um questionário a sete pedagogas que lecionam na<br>educação básica. A partir disso, construímos as reflexões sobre<br>processo de formação do pedagogo e a construção das práticas<br>exercidas na sala de aula para o enfrentamento dos desafios para<br>lecionar matemática nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. As<br>narrativas apresentadas evidenciaram que a formação inicial das<br>professoras deixou lacunas no que diz respeito ao ensino de<br>matemática, como também, contribuiu para adoção de práticas de<br>ensino que tem como reflexo a metodologia com a qual aprenderam.</p> Adriana Nogueira de Oliveira Brasiliana Diniz da Silva Cruz Ana Carolina Costa Pereira Ivoneide Pinheiro de Lima Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 EXPERIÊNCIA DOCENTE E A TEORIA DA OBJETIVAÇÃO: REFLEXÕES PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1486 <p>A problemática da formação continuada de professores que ensinam Matemática mantém uma significativa relevância no cenário pedagógico da realidade brasileira, por conta dos inúmeros desafios que ainda se fazem presentes nesse contexto, a precariedade e diversidade da formação inicial desses docentes e as condições adversas de ensino que ainda se deparam nos seus respectivos segmentos educacionais. Com esse olhar, investigamos as contribuições de uma proposta de formação continuada, onde ocorra uma valorização das práticas e experiências docentes, bem como fomente a socialização e as trocas de experiências de forma profícua e fundamentada. E para dar suporte e contribuir nas analises sobre as práticas docentes e fundamentar a escolhas epistemológicas e avaliar as contribuições cognitivas das práticas pedagógicas, escolhemos a Teoria da Objetivação como elemento que irá alicerçar essa proposição, por conta de ser uma proposta que valoriza a prática, a cultura a linguagem e considera fundamental a experiência docente. Percebemos que a proposta atingiu de forma satisfatória os seus principais objetivos, se mostrando uma ferramenta interessante para fomentar a reflexão sobre as escolhas pedagógicas o entendimento mais pleno das intencionalidades pedagógicas, possibilitando a construção de uma prática pedagógica mais significativa e relacionada com o contexto social.</p> André Pereira Pedroso Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 A MODELAGEM MATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1481 <p>O presente estudo enfoca a importância da Modelagem Matemática na formação de professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental e suas implicações no processo de ensino e aprendizagem. Assim, com base na análise das produções publicadas entre os anos de 2011 até 2020, no Encontro Paranaense de Educação Matemática (EPREM), objetivou-se demonstrar como a Modelagem Matemática é abordada nas pesquisas e suas respectivas contribuições para os anos iniciais do Ensino Fundamental. A natureza desta pesquisa constituiu-se de forma qualiquantitativa, sendo também exploratória e bibliográfica. A pesquisa é embasada em autores como Klüber (2016), Barbosa (2004, 2001), Burak (2016, 2004, 1992), Biembengut e Hein (2013), Bassanezi (2002, 1999), entre outros. Desta forma, o trabalho foi estruturado em três momentos, sendo primeiramente abordadas as definições e considerações sobre a Modelagem Matemática; posteriormente são ressaltadas as contribuições da Modelagem Matemática no processo de ensino e aprendizagem nos anos iniciais do Ensino Fundamental; para, em seguida, analisar-se os dados referentes ao levantamento dos trabalhos com foco na formação de professores e Modelagem Matemática publicados na última década no EPREM. Os resultados apontaram um número restrito de pesquisas que tratam da formação de professores e do uso da Modelagem Matemática nos anos iniciais, mas demonstram que a Modelagem Matemática apresenta-se como uma metodologia de ensino capaz de favorecer a aprendizagem significativamente aos estudantes, sendo que os trabalhos pesquisados utilizam-se de concepções de Modelagem que seguem os pressupostos da Educação Matemática.</p> Caroline Elizabel Blaszko Maria Mazur Adriana Senetra Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 O LUGAR DO PROGRAMA ETNOMATEMÁTICA NA FORMAÇÃO INICIAL DO PROFESSOR QUE ENSINA MATEMÁTICA https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1474 <p>O presente artigo, tem a finalidade de levantar/analisar trabalhos acadêmicos apresentados no XIII Encontro Nacional de Educação Matemática – ENEM e, em especial, analisar os estudos relacionados ao Programa Etnomatemática na formação inicial. Buscando contemplar esta finalidade, definimos a seguinte questão norteadora: qual o lugar do Programa Etnomatemática na formação inicial do professor que ensina matemática? Metodologicamente o estudo é de cunho documental e de abordagem qualitativa. Para levantar/analisar os dados, utilizamos os estágios do movimento de metacompreensão. As prerrogativas desse estudo revelam que a incorporação da perspectiva etnomatemática na formação inicial colabora com o desenvolvimento profissional, se consolidando com uma importante ferramenta teórico-metodológica capaz de auxiliar nas diferentes maneiras de reconhecer os conhecimentos que são adquiridos fora da escola e nos ambientes escolares. Além disso, constatou-se que, nos cursos de graduação em Matemática e Pedagogia (formação inicial) ainda não há uma notória discussão dos pressupostos da Etnomatemática. Em outras palavras, os resultados apontam que há espaços formativos em que diferentes práticas culturais, estão presentes, entretanto, não estão necessariamente em diálogo, indicando-se assim a necessidade de implicações curriculares da importância da Etnomatemática para a formação inicial do professor que ensina matemática e do professor de matemática.</p> Tiago de Jesus Souza Alanne de Jesus Cruz José Affonso Tavares Silva Eressiely Batista Oliveira Conceição Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 A MODELAGEM MATEMÁTICA NA CONSTRUÇÃO DE UMA HORTA SUSTENTÁVEL https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1473 <p>Este artigo objetiva apresentar o relato da utilização do conhecimento matemático, como instrumento político-social, na construção de uma horta sustentável por estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental, por meio da Modelagem Matemática (MM). A intenção foi produzir dados que levassem os estudantes à elaboração de um modelo matemático na construção dos canteiros que representassem objetos matemáticos geométricos. A atividade foi desenvolvida em uma escola pública da região do baixo Sul da Bahia, com estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental. Como resultados, verificou-se que a proposta baseada na MM proporcionou uma participação ativa dos estudantes no processo de ensino e de aprendizagem, bem como uma aproximação da família com a escola, um elo importante no ambiente educativo. Ressalta-se, também, a importância do conhecimento matemático como instrumento político-social para/na solução de problemas advindos da realidade. Os dados, por fim, revelam que se pode utilizar os conceitos matemáticos em prol da valorização dos saberes locais que, por vezes, são marginalizados em relação aos que apenas são reconhecidos: os hegemônicos.</p> José Lucas Matias de Eça Zulma Elizabete de Freitas Madruga Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 ENSINO HÍBRIDO NO ESTUDO DE ESTATÍSTICA: UMA PROPOSTA DE ANÁLISE DE PROBLEMAS SOCIAIS NO BRASIL https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1471 <p>Frente à necessidade de se repensar as práticas pedagógicas diante das demandas da era digital, o Ensino Híbrido surge como alternativa. Este artigo apresenta um trabalho desenvolvido em que a Matemática foi explorada visando à promoção da participação crítica dos alunos em diferentes questões da sociedade, colocando-os como protagonistas no processo de ensino e aprendizagem. A pesquisa de caráter qualitativo, do tipo intervenção pedagógica, teve o intuito de analisar as contribuições da abordagem de problemas sociais brasileiros na perspectiva da Educação Matemática Crítica, utilizando o modelo de Ensino Híbrido de Rotação por Estações no estudo do conteúdo de Estatística. A aplicação da sequência didática ocorreu numa turma do terceiro ano do Ensino Médio, de uma Instituição Federal, e os dados foram coletados por meio de questionários, respostas das atividades propostas e observações no encontro. O modelo de Ensino Híbrido de Rotação por Estações contribuiu a colaboração entre os integrantes nos grupos, posicionando-se nas discussões dos problemas sociais abordados e propondo alternativas, em um espaço de pluralidade de ideias e respeito. Além disso, uma maior proximidade dos pesquisadores à turma foi oportunizada e as diferentes estratégias usadas contribuíram para o envolvimento dos alunos na aula, indo ao encontro do perfil do aluno na sociedade tecnológica.</p> Romario de Azeredo Gomes Gabriel Oliveira Marinho Carla Antunes Fontes Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 HISTÓRIA DA MATEMÁTICA COMO PONTO DE PARTIDA PARA CRIAÇÃO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E CONSTITUIÇÃO DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1469 <p>Este estudo apresenta algumas relações sobre a importância da abordagem da História da Matemática e de sua natureza como base para criação de práticas pedagógicas para o Ensino Básico, a fim de colaborar para a construção do conhecimento do futuro docente e, posteriormente, do estudante. Para tanto, foi desenvolvida uma pesquisa bibliográfica gerando dados a partir de buscas nas plataformas da CAPES, Scielo e Google Acadêmico, utilizando as expressões: História da Matemática, Formação de Professores de Matemática, Práticas Pedagógicas baseadas em História da Matemática. O corpus teórico foi constituído com base em 8 estudos dos quais emergiram 3 categorias pelo método da Análise Textual Discursiva de Moraes e Galiazzi (2011). Para que o professor pudesse criar práticas pedagógicas baseadas na construção do conhecimento desde uma perspectiva histórica, seria importante que ele tivesse essa desde sua formação. Os resultados indicam que conhecer aspectos da História da Matemática e sua natureza é importante para a formação docente ampliando sua visão acerca desse conhecimento. O que pode influenciar na criação de práticas pedagógicas que possam levar o estudante a aprender a pensar logicamente, identificar padrões dentre outros saberes relacionados ao pensar matemático.</p> Andressa Silva Eliana Maria do Sacramento Soares Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-03-23 2021-03-23 11 24 O USO DO CONCRETO E A AÇÃO LÚDICA NA CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS MATEMÁTICAS NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PEDAGOGOS https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1446 <p>No âmbito do curso de Pedagogia a formação de professores demanda ser cunhada de modo polivalente e interdisciplinar, uma vez que de acordo com as diretrizes curriculares nacionais o formado na área atuará profissionalmente na educação infantil, nos anos iniciais do ensino fundamental, na gestão educacional e demais contextos relacionados à educação e ao processo ensino e aprendizagem. A educação matemática é parte integrante da seara formativa do professor pedagogo e efetiva-se via disciplina de Princípios Teóricos e Metodológicos do Ensino da Matemática (PTMEM), a qual prima por articular os saberes docentes (curriculares, disciplinares e experienciais) numa correlação dinâmica entre teoria e prática, capaz de instrumentalizar a práxis educativa. Frente ao exposto, temos por prerrogativa discorrer neste artigo sobre o delineamento formativo e educativo no que tange a educação matemática no âmbito do curso de Pedagogia, com ênfase no uso do concreto e da ação lúdica, pois a inicialização aos conhecimentos matemáticos deve considerar a criança em sua singularidade, seus conhecimentos prévios, as experiências vivenciadas e o percurso subsidiário à construção de conceitos, dimensões caras a formação do pedagogo. Evidenciamos a trajetória da disciplina a partir de um relato dialógico que clarifica os pressupostos teóricos e metodológicos forjados no processo. Assim os resultados do caminhar consolidado no espaço-tempo de PTMEM evidenciam que embora inicialmente os acadêmicos tenham uma visão negativa da matemática esta se dissipa ao longo da disciplina, a correlação teoria e prática produz engajamento e as oficinas pedagógicas que articulam uso do concreto e elaboração de materiais lúdicos para o ensino da matemática, demonstram a implicação com o processo ensino e aprendizagem numa vertente significativa e comprometida com o tornar-se professor que possa ensinar matemática de modo bem diferente da memória educativa que carregam.</p> Nájela Tavares Ujiie Eliane Paganini da Silva Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 Edição completa - vol 10, n 23, dezembro, 2020 https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1442 Copyright (c) 2020 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-12-29 2020-12-29 11 24 Editorial - O que dizer deste ano da graça de 2020? https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1438 Copyright (c) 2020 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-12-24 2020-12-24 11 24 Expediente https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1437 Copyright (c) 2020 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-12-24 2020-12-24 11 24 REFLEXÕES E PERSPECTIVAS NEUROCOGNITIVAS NA IMPLEMENTAÇÃO DO “PROJETO + ESTUDO MONITORIA” NO ENSINO DE MATEMÁTICA NA REDE ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DA BAHIA https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1433 <p>Os estudos sobre o ensino de matemática impulsionam discussões que fomentam pesquisas na área da Educação. Nessa perspectiva, supondo que estudos da neurociência cognitiva, campo do conhecimento que apresenta justificativas a respeito da superação de obstáculos no processo de aprendizagem dos conteúdos matemáticos, desenvolveu-se este artigo que objetiva investigar as reflexões e perspectivas na implementação do “Projeto + Estudo Monitoria”, desenvolvido na rede estadual de educação da Bahia, no processo de ensino e aprendizagem da disciplina de Matemática, tendo como lente investigativa a neurociência cognitiva. A metodologia delineou-se na análise dos documentos nacionais que regem a função do monitor e dos dois editais (setembro/2019 e fevereiro/2020) publicados pela secretaria de educação do estado da Bahia a respeito do “Projeto + Estudo Monitoria” além, de justificativas neurocognitivas que fundamentam a aplicação do projeto. A proposta idealizada é de grande relevância para alavancar a qualidade da educação pública do estado baiano, além de possibilitar ao aluno participante oportunidade de atuar, de forma remunerada, em ocupação que permite o desenvolvimento intelectual, profissional, ético, de responsabilidade e de investigação. Também, salienta-se que se faz necessário uma aplicação do projeto levando em consideração os meios de captação da informação, nesse viés, valorizar mais de um canal de entrada (os sentidos) da informação viabiliza resultados com mais significação para o aprendente. Assim, o uso de recursos que valorizem os sentidos, se forem estímulos certos, podem despertar o interesse e levar a informação a ser consolidada na memória do indivíduo. Portanto, unir os objetivos do “Projeto + Estudo Monitoria” e os pressupostos da neurociência cognitiva, possibilita uma implementação com mais significado e, um consequente, armazenamento do conhecimento trabalhado.</p> Márcio Ponciano dos Santos Roberto Souza Pereira Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 EDITORIAL do Dossiê Pibid - Vol 02 https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1426 <p>Dossiê Temático - Pibid: contribuições e desafios à formação de professores - II</p> Janedalva Gondim Edmerson dos Santos Reis Copyright (c) 2020 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-12-21 2020-12-21 11 24 292 298 EDITORIAL do Dossiê Pibid - Vol 01 https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1419 <p>EDITORIAL do Dossiê "Pibid: contribuições e desafios à formação de professores no Semiárido Brasileir" - Vol 01</p> Janedalva Gondim Edmerson dos Santos Reis Copyright (c) 2020 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-12-17 2020-12-17 11 24 128 136 O ENSINO DE MATEMÁTICA NO MUNICÍPIO DE TRÊS LAGOAS https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1418 <div class="page" title="Page 1"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>O ensino de matema?tica no munici?pio de Tre?s Lagoas, localizado em Mato Grosso do Sul, registrou crescimento na aprovac?a?o das se?ries iniciais do Ensino Fundamental, conforme os i?ndices do Ideb (2007 – 2019); entretanto, uma queda tambe?m foi registrada nas se?ries finais da mesma etapa. Dessa forma, esse trabalho apresenta o me?todo empregado nas aulas de matema?tica da Escola Municipal Olyntho Mancini – a partir da observac?a?o e participac?a?o das aulas de professores regentes – e destaca a aplicac?a?o da pra?ticaconhecida como “Tapete das formas geome?tricas” como tentativa de tornar as aulas contextualizadas e interativas, permitindo a criac?a?o do gosto pela disciplina e sua manutenc?a?o em todas as etapas da educac?a?o ba?sica. Para tanto, ancoramo-nos na Base Nacional Comum Curricular – BNCC – (2018) e nas pesquisas desenvolvidas por Lopes (2012), Matos (2015), Rocha (2013) e Wajskop (2012), por meio de discusso?es acerca de questo?es relacionadas ao atual cena?rio da educac?a?o do munici?pio e as ferramentas utilizadas para reverter o i?ndice de reprovac?a?o.</p> </div> </div> </div> Marcilene Moreira Donadoni Luiz Fernando Marques dos Santos Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 PERSPECTIVA DOS PROFESSORES ACERCA DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1414 <p>A ansiedade matemática é definida como um medo, aversão, fobia, fuga e preocupação em relação a atividades que envolvam a matemática, interferindo nas questões emocionais, cognitivas e comportamentais do estudante. Estudos revelam que a maneira como o professor avalia sua capacidade em matemática e sua atitude em relação à matemática pode interferir no modo como os estudantes lidam essa ciência. As atitudes, crenças e valores na educação matemática são as convicções que o professor ou estudante internalizou como sendo fundamental para o processo de ensino e aprendizagem. Esses valores regulam à maneira pelas quais as habilidades cognitivas e as disposições emocionais, de um professor ou estudante, se alinham com a aprendizagem e com o ensino. Nesse sentido, esse artigo tem como objetivo fornecer um panorama das perspectivas de professores acerca de sua relação com o processo de ensino e aprendizagem da matemática. Essas discussões serão baseadas em dados obtidos através de um questionário destinado a professores, contendo 20 questões que abrangiam a formação inicial; o desempenho enquanto estudante e informações acerca da docência. Ao todo foram 40 respondentes (32 femininos e 8 masculinos), com predominância de formação inicial em Licenciatura em Pedagogia. Os dados do questionário foram tabulados seguindo os critérios para o uso no software CHIC (Classificação Hierárquica, Implicativa e Coesitiva), consequentemente foram construídas árvores de similaridade e coesitiva, bem como o grafo implicativo. Os resultados apontam as emoções relativas à matemática, podem estar relacionadas a maneira como os professores aprenderam essa disciplina, ao seu próprio desempenho, com a capacidade de atender às necessidades dos estudantes, com os conteúdos a serem ensinado, ou ainda, sobre sua capacidade de ensinar, resolver problemas perante os estudantes e outros adultos.</p> ANA MARIA ANTUNES DE CAMPOS Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 UMA AVALIAÇÃO DE CÁLCULO COMO POSSIBILIDADE PARA O DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOS PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1409 <p>Tradicionalmente, a avaliação serve para conferência de saberes e comprovação da capacidade de memorização de conteúdos. Na contramão dessa lógica, entendemos-a como uma possibilidade para o desenvolvimento profissional do professor que ensina matemática, a medida que se busca a promoção de estratégias que permitem a mobilização dos conhecimentos docentes - do conteúdo, pedagógico, do currículo. Com base nisso, o objetivo deste artigo é apresentar uma análise das percepções de licenciandos em Matemática acerca de um processo avaliativo não tradicional em aulas de Cálculo Diferencial e Integral, além de identificar indícios de como tal prática pode contribuir para seus percursos formativos. Essa avaliação foi desenvolvida numa disciplina do curso de Licenciatura em Matemática de uma instituição pública de Santa Catarina. Para produção dos dados utilizamos um questionário, respondido pelos estudantes da disciplina, explorado a partir de um viés qualitativo, com base na análise de conteúdo. Como resultados, percebemos que a avaliação se mostrou como potencial para superação de aspectos afetivos de medo e de insegurança relacionados a práticas avaliativas tradicionais, bem como potencial para mobilização de conhecimentos docentes e a retomada de conhecimentos prévios.</p> Marília Zabel Eduardo Rafael Zimdars Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 APRESENTAÇÃO DO DOSSIÊ INFÂNCIA E TECNOLOGIA https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1408 <p>Apresentação do Dossiê Infância e Tecnologia</p> Adilson Cristiano Habowski Elaine Conte Copyright (c) 2020 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-12-02 2020-12-02 11 24 O JOGO “GEOMETRIA EM AÇÃO” NA LICENCIATURA EM MATEMÁTICA: (RE)VISITANDO CONCEITOS GEOMÉTRICOS ATRAVÉS DE GESTOS https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1407 <p>Estudos recentes relatam a importância de explorar o sistema sensório-motor no processo de aprender. Levando isso em consideração, foi desenvolvido um jogo denominado “Geometria em Ação”, que tem por objetivo envolver o trabalho com conceitos geométricos através de mímicas. Assim, esse trabalho tem por objetivo investigar os gestos produzidos por alunos de um curso de Licenciatura em Matemática ao jogarem tal jogo, focando no reconhecimento de propriedades e conceitos em Geometria Plana, Espacial e Analítica; além de identificar potencialidades e fragilidades do jogo em questão.&nbsp; Para tal, realizou-se uma oficina em um evento em uma instituição de ensino superior do estado do RS, na qual os participantes responderam a dois questionários e jogaram. Após, foram analisados os dados provenientes da oficina através dos questionários e da filmagem do jogo. Nessa, constatou-se que os estudantes ainda apresentam dificuldades em relembrar conceitos geométricos básicos, mas que, ao gesticulá-los, utilizam principalmente, gestos que remetem a objetos geométricos. Além disso, foi possível compreender as potencialidades apontadas pelos alunos sobre o jogo, principalmente no que tange à classificação e a possíveis adaptações.</p> Gabriel de Oliveira Soares Laura Tiemme de Castro Ana Paula Stefanello José Carlos Pinto Leivas Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 ENTRE OLHARES CALEIDOSCÓPICOS: https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1406 <p>A prática não se limita às ações dos professores, mas engloba todos os casos sociais que estabelecem planejamento e desenvolvimento de atividades com o intuito de possibilitar transformações. Propor um ensino tendo como base as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) exige um planejar consolidado nos objetivos e habilidades a serem desenvolvidas. Contudo, a presença das TIC no ensinar matemática, delimita-se pela ausência da usabilidade, do pesquisar e planejar. Diante disso, o presente estudo tem como foco compreender a concepção pedagógica centrada na dimensão tecnológica, bem como, a assiduidade das tecnologias na prática docente do professor de matemática da rede municipal de ensino do Município de Coruripe/Alagoas (AL). O trabalho tem viés qualitativo, tendo o método cartográfico como norteador do itinerário investigativo pelo fato de aproximar de um universo polissêmico, levando em consideração as diversas relações subjetivas existentes nos processos e fenômenos da sociedade, dos quais destacamos o ensino de matemática a partir das TIC. Os achados revelam que as TIC mais frequentes no ensinar matemática se trata das do tipo analógica, dando destaque ao quadro negro e o livro didático. As do tipo digital estão adentrando no ensino de matemática gradativamente, mas ganhando espaço cada vez por influência digital dos alunos.</p> <p><strong>&nbsp;</strong></p> José Elyton Batista dos Santos Carlos Alberto Vasconcelos Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-04-03 2021-04-03 11 24 UMA GAMIFICAÇÃO ANALÓGICA PARA CONTEÚDOS TEÓRICOS INSPIRADA EM JOGOS DO GÊNERO CARD GAME (CG) https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1386 <p>Este artigo tem como objetivo elaborar um roteiro de orientação apoiado em estratégias de gamificação analógica destinada ao suporte motivacional no ensino de disciplinas teóricas do 9º ano do ensino fundamental II e ensino médio. Com este propósito, realizou-se uma revisão da literatura sobre o tema para embasar a construção do design, da mecânica e dinâmica da estratégia a ser proposta. A revisão da literatura identificou conceitos e características fundamentais que devem ser considerados no planejamento de uma disciplina com uso de gamificação no ensino. Além disso, analisou-se os benefícios que vêm sendo obtidos e questões que ainda devem ser melhoradas sobre o tema, considerando as pesquisas anteriores. Com base na pesquisa identificaram-se boas práticas que auxiliaram a compor a estrutura adotada na presente proposta aqui apresentada. Os resultados também evidenciam que existem lacunas e desafios quanto ao planejamento e implantação de estratégias de gamificação no contexto educacional. O roteiro de orientação para gamificação analógica foi modelado como proposta inspirada em jogos do gênero C<em>ard Game</em> (CG). Nos trabalhos futuros pretende-se aplicar o roteiro de orientação em sala de aula para validação da estratégia de aprendizagem.</p> Vitor Hugo Rodrigues Carvalho Josilene Almeida Brito Ricardo Barbosa Bitencourt Dinani Gomes Amorim Copyright (c) 2021 Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-02-08 2021-02-08 11 24