AUTOMAÇÃO DO ACIONAMENTO DE UM AMBU PARA UTILIZAÇÃO COMO RESPIRADOR EMERGENCIAL

Autores

  • JOSE MEDEIROS Univasf
  • Jadsonlee UNIVASF
  • Edna Benta UNIVASF
  • Max Farias

Palavras-chave:

COVID-19; Respiradores Emergenciais; AMBU; Respiradores

Resumo

Diante aos riscos impostos pela pandemia do Corona Vírus, em todo mundo, a sociedade em geral foi desafiada a enfrentar um problema com perspectivas catastróficas e, devido a pouca experiência e conhecimento do assunto mundialmente, muitas linhas de ação foram abertas, desde abordar temas para prevenção da doença até os cuidados com pacientes infectados e em situações de extrema gravidade. Dentre essas inúmeras linhas de ação, sendo a infecção por Corona Vírus, uma doença que afeta o sistema respiratório, houve uma grande demanda por respiradores artificiais, o que por um lado levou a falta desse equipamento no mercado, e por outro, a busca urgente por sistemas mecanizados capazes de ser utilizados como respiradores emergenciais, mesmo que fosse para utilização em pacientes em situações de menores gravidades para liberação dos leitos hospitalares com respiradores certificados e disponíveis em UTI. Nessa linha, vários setores da sociedade, civis, militares, empresas, inventores independentes, instituições de ensino, etc., também buscaram contribuir de alguma forma, desenvolvendo equipamentos capazes de ser utilizados como respiradores emergenciais. Neste sentido, este trabalho apresenta o desenvolvimento e construção de um protótipo testado e que mostrou-se em condições de ser produzido em quantidades suficientes para enfrentamento de uma situação extrema. É apresentada uma breve revisão das propostas que, até o inicio deste trabalho, vinham sendo estudadas e a partir daí, a escolha de uma maneira de automatizar um AMBU, dentro da realidade de fornecimento de peças e serviços pela indústria em torno da região de inserção da UNIVASF.

Biografia do Autor

Jadsonlee, UNIVASF

Engenharia Elétrica (UFCG). Doutor em Engenharia Elétrica (UFCG).

Edna Benta, UNIVASF

Engenheira Química (UFSC). Mestre em Engenharia  Química  (UNICAMP). Doutora em  Engenharia  Mecânica  (UNICAMP)

Max Farias

Bacharel em Ciência da Computação (UNIT), Mestrado em Modelagem Computacional de Conhecimento (UFAL) e Doutorado em Ciência da Computação (UFPE).

Publicado

2021-12-31